Categoria: ‘Amizade’

O Casamento do nosso Caçula
(Acontecimentos Periféricos)

23 de julho, 2008

Quando minha sogra se mudou para morarmos juntas, em 2007, uma querida amiga em Recife lhe deu um presente de despedida. Eu já escrevi sobre essa amiga antes em http://www.cronicasdocotidiano.com/?p=169 , num trecho perto do fim do artigo quando comentei como uma boa acolhida pode resultar em amizades duradouras e de efeito permanente. Continuei: Tenho uma amiga muito especial que encontrou abrigo no meu coração há 36 anos quando ela me hospedou na sua casa (então em Sergipe), numa viagem que fiz pelo Brasil com meu noivo (atual marido) e futuros sogros em 1971.

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Esta amiga (V…) perdeu a mãe cedo na vida e Mamãe sempre foi uma das pessoas que lhe servia como referencial, ouvindo, aconselhando e orando por ela. Da minha idade, ela agora já assumiu o mesmo papel para parentes e amigos, e a sua espontaneidade, alegria e entusiasmo servem como fonte de encorajamento para muitos.

Pois é, minha amiga tem o dom de se colocar no lugar dos outros e está sempre tentando imaginar como melhorar e animar a sua vida.

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A Minha Vida Ficou Mais Florida (6)

21 de abril, 2008

Continuo com a série de postagens citando porções do “livro” da minha sogra para os netos, recordando partes da sua infância. Aqui ela fala de um empregado da família, cuja sintonia com Deus e com a natureza lhe rendeu uma outra preciosidade—amizade e carinho num mundo em que as pessoas, normalmente, não procuram nem cultivam afinidade e afetividade em relacionamentos com os “emergentes” na sociedade – “de cima para baixo”. (A “parte florida” encontra-se no meio do texto.)

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FONSECA — Nosso Empregado. Um irmão na Fé e Amigo

Conheci Fonseca aos meus quatro ou cinco anos de idade. Ele era um negro alto, moço, talvez com uns 25 ou 30 anos de idade. Era magro e feio — rosto comprido, aparecendo os ossos da face — tinha um cacoete estranho — ao falar tremiam-lhe os lábios e músculos ao redor. Convertera-se a Jesus Cristo por uma das pregações de meu Pai, na Igreja Congregacional de Serra Verde. Ele trabalhava na casa do Sr. José Muniz, cuidando dos animais, junto com os filhos do patrão.

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ESFORÇO RECONHECIDO

1 de março, 2008

São Paulo, 29 de fevereiro de 2008

Querida V—-:

Nesta semana, celebramos o seu aniversário. É uma data importante, especialmente porque você está iniciando uma nova década na sua vida e colocando um zero no fim dos dois dígitos que compõem o número da sua idade. Sabendo que é uma passagem meio traumática para qualquer mulher, quero lhe fazer uma pequena homenagem por tudo que é e que tem sido para nossa família e, tenho certeza, para muito mais pessoas durante este período que Deus lhe deu vida e permitiu viver.

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De vez em quando tenho tido vontade de escrever no meu blog, dando graças a Deus pelas pessoas que Ele tem permitido entrar no nosso lar para nos ajudar.

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Auxiliar… Amiga… Amada Irmã…

18 de janeiro, 2008

Ontem recebemos uma ligação bem cedo. Lá, em Recife, a cidade que meus sogros deixaram para trás há pouco tempo, havia falecido uma senhora muito amiga de todos nós, a Maria Auxiliadora.

Maria trabalhou como auxiliar da família quando meu marido era menino. Trabalhou com eles até casar, durante uns seis ou sete anos apenas, nos anos cinqüenta. Evangelizada por minha sogra, ela se converteu bem mais tarde, já com muitos filhos para criar. Entretanto, elas nunca perderam o contato. Quando Maria se tornou filha de Deus, o relacionamento se estreitou mais ainda.

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O Senhor Derrama Luz nas Minhas Trevas

22 de maio, 2007

Esta postagem é diretamente ligada à anterior que fala da vida e da partida de Wanda de Assumpção, autora e tradutora evangélica. Publico aqui alguns pensamentos que ela compartilhou enquanto lidava com a sua doença.

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Despedida de uma Amiga

22 de maio, 2007

Soubemos ontem que a escritora e tradutora evangélica, Wanda de Assumpção, estava inconsciente no hospital, na última etapa da sua luta contra câncer. Desde então, tenho me ocupado encontrando e relendo os e-mails que trocamos. Infelizmente, perdi alguns dos primeiros com a quebra de computadores anteriores. Posteriormente, já depois da meia-noite, chegou o aviso que ela havia descansado.

A primeira vez em que vi a Wanda foi em 1997

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Uma “Torre” para a Glória de Deus

17 de abril, 2006
Mais bem-aventurado é dar, do que receber.—Atos 20.35
Torre

O telefone tocou. Era sábado, mas o marido de Isabel tivera que ir ao trabalho. Neto andava cansado e triste. Na firma, os proprietários estavam brigando entre si. Relacionamentos estavam sendo irremediavelmente rompidos. Num clima de medo e ódio, Neto procurava manter seu testemunho enquanto lidava com traição e corrupção, com as demandas dos chefes, e com a insegurança dos funcionários.Mas, agora, Neto pensava em outra coisa.
– E aí, ‘Bel. Como foi hoje? Foi como você esperava?
– Ah, foi maravilhoso. O pão caseiro de Naná fez sucesso, e nossos bolos de banana e abobrinha também. Mirtes fez bolo de fubá. Colocamos trinta pessoas na sala, mais algumas crianças. Timóteo e Emilda tiraram fotos. Até Mikako conseguiu vir, com a família, e animou tudo com suas brincadeiras. Fabiana chorou, eu chorei, chorou meio mundo… De alegria, é claro…

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